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Isolamento de ambientes em laptops: solução de segurança para grandes empresas
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Feira virtual de estágios e trainees traz oportunidades de trabalho
Jovens profissionais podem cadastrar currículo
A Curriculum netWORKS, primeira feira virtual de estagiários e trainees da América Latina, é uma oportunidade de fazer contatos com várias empresas, estreitar relacionamentos profissionais e conseguir uma oportunidade de trabalho sem mesmo sair do lugar. Isso porque para ‘visitar’ o evento, basta apenas acessar o site www.curriculumnetworks.com.br
É lá onde tudo acontece até o dia 8 de agosto!
O ambiente da feira, que acontece na tela do computador do visitante, é todo em terceira dimensão. Os candidatos poderão interagir com as empresas através de chats, além de conferirem no estande todas as informações da companhia e o que mais desejarem.
Empresas como Suzano, Promon, Oi, Santander, Microsoft, Globo.com, AES Eletropaulo, Page Personnel, entre outras, terão seus estandes virtuais na edição de 2010 e oferecerão vagas de estágio e trainee para universitários e recém-formados.
Um dos destaques da Curriculum netWORKS é a possibilidade de realizar o teste de afinidade, que fornece ao profissional sua compatibilidade com as empresas participantes, e as palestras virtuais de executivos renomados do mercado.
Os destaques para esse ano são: Pedro Gravena, diretor da DM9 DDB; Walter Dias, gerente da Microsoft; Paulo Sergio Sgobbi, diretor de RH da Brasscom; Fabiano Caxito; André Kischinevsky, diretor do Instituto Infnet e professor da FGV nos cursos de Marketing e Gestão Comercial; e Felipe Morais, especialista em Planejamento Estratégico Digital, autor do livro de mesmo nome.
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Cloud computing provocará uma ruptura na TI, prevê especialista
Para Ronei Silva, da TGT Consult, o conceito deve estar maduro em um prazo de três a cinco anos
A computação em nuvem (cloud computing) servirá como um divisor de águas na história dos departamentos de TI. Pelo menos, na visão de Ronei Silva, sócio-diretor da consultoria TGT Consult. Para o especialista, o conceito de cloud estimulará uma ruptura na forma como as áreas de tecnologia da informação se organizam e na maneira como elas fornecem os serviços para o restante da organização.
“A TI vai ter de criar um centro de competência para lidar com os múltiplos fornecedores”, pontua Silva. Ainda de acordo com ele, esse movimento será provocado pela disseminação da computação em nuvem e por um aumento na demanda por projetos baseados em SOA (arquitetura orientada a serviço).
O consultor ressalta também que se cloud computing representa um caminho sem volta, por outro lado, ainda representa um conceito incipiente no mercado. “O modelo não está bem explicado e os próprios fornecedores não se mostram aptos a esse tipo de oferta”, pontua o especialista. Um dos claros sinais dessa imaturidade, segundo ele, é o fato de que os provedores de serviços baseados na computação em nuvem não conseguem oferecer uma das premissas desse tipo de oferta: o pagamento pelo serviço efetivamente utilizado.
Do lado dos usuários, a postura das corporações representa outra importante barreira à disseminação das ofertas. “As empresas precisam romper com o paradigma de que precisam ter o controle absoluto sobre as soluções”, destaca Silva, que acrescenta: “O conceito vai estar maduro em três a cinco anos.”
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Vivo e ZTE lançam telefone com TV digital de baixo custo
2010-04-16 11:40:43 Por Fernando Souza Filho
A Vivo e a ZTE divulgam parceria para o lançamento do telefone celular ZTE N290. O aparelho é touch screen, possui display de 3.2’’, MP3 player, câmera de 2MP e, além de tudo isso, é compatível com o sinal TV Digital. Trazido pela operadora, o celular estará disponível nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo a partir dessa semana, com o preço de R$399 no modelo pré-pago e de R$199 no plano pós-pago Vivo Você 200.
Nas próximas semanas, o ZTE N290 chegará às demais cidades que contam com o sinal da TV Digital. O modelo se une ao MF645 (modem 3G com receptor de sinal de TV Digital) na estratégia de levar a TV Digital móvel ao cliente da Vivo, especialmente às vésperas do campeonato mundial de futebol, na África do Sul.
Isso porque o celular possibilitará aos clientes, além da opção de assistir a seus programas favoritos durante a volta para casa ou em intervalos do trabalho, a alternativa de acompanhar os jogos ao vivo.
Pelo horário de Brasília, a partida de abertura do campeonato, por exemplo, acontecerá às 11h de uma sexta-feira (11 de junho), horário no qual a maioria dos brasileiros estará trabalhando. Quanto aos jogos do Brasil, vale ressaltar que a primeiro embate da seleção brasileira será no dia 15 de junho, terça-feira, às 15h30 – no meio do expediente.
Para o vice-presidente executivo de Marketing e Inovação da Vivo, Hugo Janeba, o lançamento está alinhado à estratégia da operadora de possibilitar que as pessoas experimentem uma nova forma de torcer. “Mais do que participar, queremos que os brasileiros vivam a Seleção e que possam acompanhá-la de qualquer lugar, a qualquer hora”, diz ele, que complementa: “E quando o torcedor leva a TV ‘no bolso’ essa experiência se torna muito mais completa.”
Vale lembrar que o serviço de TV Digital é gratuito. Ou seja, uma vez adquirido o aparelho, não é necessário ter uma assinatura mensal para poder assistir aos canais abertos brasileiros.
De acordo com presidente da ZTE no Brasil, Eliandro Ávila o objetivo da fabricante é oferecer um aparelho inovador e de baixo custo um mercado que, até então, só possuía ofertas de celulares com TV digital a preços elevados. “Nosso trabalho visa tornar o sistema digital brasileiro cada vez mais popular e acessível a todos”, diz ele.
Fonte: http://pcmag.uol.com.br
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Sete conceitos tecnológicos para observar em 2010
Consultoria lista temas que devem causar impactos no dia-a-dia das corporações com abordagem voltada à finalidade de uso das tecnologias.
Por Redação da Computerworld
16 de abril de 2010 – 19h01
Na onda de previsões sobre os temas e conceitos tecnológicos que vão causar impacto no dia-a-dia das corporações, o TechLab, laboratório de pesquisas e análise de tecnologias da consultoria E-Consulting, divulgou uma lista com sete tendências para serem observadas em 2010.
Segundo o sócio-fundador da E-consulting, Daniel Domeneghetti, todas as tendências têm um fio condutor: a abordagem tecnológica não com foco na entrega, mas na finalidade de uso. “As listas tradicionais falam de CRM, BI, mas os departamentos têm muitos projetos dessas tecnologias que não entregam nada. O momento é de focar na finalidade das tecnologias”.
Confira as sete tendências apontadas pelo laboratório:
Empresa 2.0 – Cada vez mais conectadas às ferramentas sociais, as empresas terão de integrar todos os seus aplicativos internos com redes colaborativas, causando impacto em toda a arquitetura corporativa, influenciando fluxos, processos, rotinas e informação. “Essa mudança está acontecendo à revelia das corporações. Para lidar com essas transformações, o líder deve ser uma mistura do CIO com o CEO, que trate processos e informações de forma integrada”, explica Domeneghetti.
Integração multicanal – O paradigma tradicional de comunicação está mudando para um modelo nos quais vídeos, áudio, escrita, imagem, interatividade e mobilidade transformou os papeis de cada envolvido nesse processo. O desafio será gerenciar e integrar canais, mídias e ambientes de relacionamento, maximizando a finalidade de cada canal.
Contra-governança de TI – Grupos que não aceitam os ideais estabelecidos pelo departamento de TI fazem movimentos para derrubar os padrões e criam suas regras, escolhendo suas próprias ferramentas de trabalho. Smartphones, por exemplo, permitem que o usuário baixe seus próprios aplicativos e redefina sua forma de trabalho, sem contar outras ferramentas gratuitas disponíveis.
Para gerenciar esse movimento, a governança de TI deverá rever seu papel e objetivos: não será mais a que impõe regras, mas a que fornece nortes em prol da agilidade, velocidade e uso das opções tecnológicas disponíveis. “O primeiro passo é dominar o problema. O segundo é ter atitudes proativas para estimular boas práticas”, diz.
CRM 2.0 – Se as ferramentas de gestão de relacionamento com o cliente nasceram como meio de registro e análise das integrações empresa-cliente, hoje elas precisam estar atentas às atividades do cliente que digam respeito a empresa nos ambientes colaborativos. Para atender a esse novo consumidor, o CRM deverá se adaptar a essa realidade.
Usabilidade – As informações estão nos diversos dispositivos móveis, mas elas vão vencer ou perder a guerra nas corporações em função da experiência do usuário e não de decisões unilaterais. Esse efeito já pode ser sentido por aparelhos como o iPhone, que foi levado às corporações pelos usuários. O mesmo aconteceu, no passado, com as ferramentas da Google.
Informação na nuvem – A informação e o conhecimento estão disponíveis nas redes como módulos consumíveis, uma vez que a colaboração acelera o democratiza o fluxo de trocas e aprendizado. Entender esse cenário é essencial, uma vez que as tomadas de decisão devem ser imediatas.
Empresas Digitalmente Responsáveis (EDRs) – “É uma resposta à contra-governança corporativa. Impor regras e práticas não é mais produtivo, então os departamentos de TI devem normatizar conceitos e estabelecer instruções claras sobre as possibilidades que elas têm no mundo digital”, detalha Domeneghetti. Para se tornar uma EDR, a companhia pode abordar temas e práticas como consumo consciente, segurança digital, TI Verde, fomento à inclusão digital, transparência nos processos de transação online, entre outros.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
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Cinco equívocos na adoção de cloud computing
Analista defende que ainda existem poucos testes e manuais de boas práticas que ajudem os CIOs a adotar esse modelo com segurança
CIO/EUA
Muito se discute em torno de cloud computing (computação em nuvem), mas já existe uma certeza: a implementação desse tipo de solução é algo novo e complexo. Por conta disso, os profissionais de TI ainda se mostram reticentes em relação à adoção do modelo.
Para o analista da consultoria Enterprise Strategy Group, Mark Bowker, apesar do crescente interesse dos CIOs pelo assunto, ainda existem poucos testes e manuais de boas práticas que assegurem a migração para infraestruturas baseadas em cloud.
A seguir, cinco equívos que precisam ser evitados pelas empresas que planejam a implementação de soluções baseadas em cloud computing:
1. Tempo de resposta
Utilizar serviços de TI concentrados no data center é o principal ponto do cloud computing. Mas a empresa contratante precisa ficar atenta à usabilidade dos sistemas. Pois o tempo entre o momento que o usuário aperta um botão e a resposta do servidor – que pode estar em qualquer local do planeta – pode representar uma questão de vida ou morte para as soluções baseadas na nuvem.
“Se a experiência do usuário não é rápida o suficiente, os serviços virtualizados não serão aceitos, assim como o software como serviço”, destaca Bowder.
2. Economia de hardware
A computação em nuvem torna o hardware praticamente invisível, mas não significa que o provedor pode cortar custos com servidor ou armazenamento, muito menos que ele pode economizar energia.
Ainda de acordo com o especialista, quanto mais o usuário exigir velocidade do fornecedor mais ele precisará investir em capacidade de processamento dos servidores e, por conseqüência, isso não representará uma redução de custos com hardware.
3. Questões de legado
“A maioria das aplicações legadas não foi desenhada para rodar na nuvem”, de acordo com o CTO e fundador da consultoria Queplix, Steve Yaskin. Ele ressalta que, já vi casos casos em que os dados de uma pessoa precisam ser separados em três ou quatro bases quando há a migração para cloud computing.
4. Medição de resultados
As métricas tradicionais de TI não funcionam para os serviços baseados na nuvem. E os especialistas defendem que os CIOs tendem a adotar o que eles classificam como QOE (Quality of Experience ou qualidade da experiência, em português). Trata-se de uma medida subjetiva de quão bem uma aplicação está rodando do ponto de vista do usuário –em vez de analisar o desempenho dos pacotes na rede.
O analista da consultoria Burton Group, Cris Wolf, lembra que os SLAs (acordos de nível de serviço) tradicionais estão focados em analisar quão bem o departamento de TI consegue fazer seu trabalho e não se os usuários estão satisfeitos com ele. Com isso, o cloud computing deverá representar uma quebra de paradigma, uma vez que priorizará a experiência do cliente.
5. Economia de custos
Incorporar os serviços baseados em cloud – sejam eles na nuvem pública ou privada – permite uma mudança significativa na forma de suportar e construir a infraestrutura de TI. Contudo, não deve representar apenas uma justificativa para redução de custos.
Focar apenas no menor custo na hora de implementar uma estrutura baseada na nuvem pode representar uma dor de cabeça para a empresa, que em pouco tempo pode deparar-se com problemas na entrega dos sistemas e com uma performance que não atende às demandas do usuário.
“Quando as companhias vão para a nuvem elas realmente deveriam tomar essa decisão por enxergarem os grandes benefícios do modelo, que são alta disponibilidade, tolerância a falhas e flexibilidade”, ressalta a analista de virtualização da consultoria IDC, Ian Song. “Elas deveriam ir além do que já fizeram com a virtualização de servidor”, acrescenta.
Fonte: http://cio.uol.com.br
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